Enduristas brasileiros obtêm bons resultados durante intercâmbio na França

Sob a sela de exemplares da raça Árabe, três dos cinco atletas do Young Riders do Brasil conseguiram concluir o percurso durante o tradicional Concurso Internacional 1*, 2* e 3* de Castelsagrat
enduristas brasileiros na frança

Cinco enduristas brasileiros participaram na última semana de um programa de intercâmbio na categoria Young Riders, que é voltado a cavaleiros e amazonas entre 14 e 21 anos. Trata-se de um projeto organizado pela diretoria de Enduro da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) visando o incentivo ao esporte e com o intuito de elevar o nível técnico dos cavaleiros da modalidade Enduro.

A inciativa é liderada por Guilherme Santos, veterinário FEI 4* presente nos principais eventos do circuito mundial. Os cinco atletas brasileiros que participaram do primeiro intercâmbio em 2022 foram: Artur Leonel Machado Ulsenheimer e João Pedro Bornia Antocheski, do Paraná, Diogo de Oliveira Martins, de Brasília, Helena Halland, de São Paulo e Rodrigo Storoni Saliba, de Minas Gerais.

Foi na última sexta-feira (28) que, sob a sela de exemplares da raça Árabe, eles disputaram o tradicional Concurso Internacional 1, 2 e 3* de Enduro de Castelsagrat, na França. Eles competiram na categoria Young Rider 1*, disputada na distância de 100 km. Como resultado, obtiveram bons resulados, haja vista que três dos cinco atletas conseguiram concluir o percurso.

Rodrigo Saliba durante a prova de 100 km na França – Foto: Divulgação/Eric Trescazes

Com Eclipse Du Real AA, Rodrigo Storani Saliba ficou em quinto lugar, no tempo de 15:45:02 e velocidade de 16.4. Já João Pedro Bornia Antocheski com Michkat de Fignolis ficou em 12º lugar, no tempo de 16:34:36 e velocidade 14.5 e, por fim, Helena Haaland e Ankara de Tensonnivesen em 14º lugar, no tempo de 16:41:54 e velocidade de 14.2. Diogo de Oliveira Martins sob a sela de Asturia Larzac, e Artur Leonel Machado Ulsenheimer com F, Dhaw Al Shaqab acabaram eliminados da prova.

O programa de intercâmbio funciona da seguinte forma: jovens enduristas franceses cederam um cavalo aos brasileiros que, por sua vez, retribuirão aos franceses em uma competição no Brasil. “Decidimos pelo intercâmbio a prova de 100 km pela maior facilidade de disponibilizar um cavalo”, explica Guilherme Santos. “Além da experiência de competir, os jovens praticam o companheirismo e estabelecem amizades. Ao mesmo tempo, os brasileiros também precisam cuidar de suas montarias, uma vez que em casa no Brasil muitas vezes esse cuidado fica mais a cargo dos tratadores”, acrescenta o veterinário.

Por fim, vale destacar que nesta nova etapa do projeto de intercâmbio da CBH, o endurista André Vidiz, medalha de prata no mundial de 2021, foi convidado a participar do programa. “Ele é um dos enduristas mais experientes do país e referência dentro no esporte. Tem muita experiência e conhecimento para transmitir aos jovens enduristas”, finaliza Guilherme.

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Por Natália de Oliveira/Cavalus Comunicação Equestre
Fonte: CBH
Crédito da foto em destaque: Divulgação

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